O post que se segue deu origem ao que eu chamo de "Clyde Cycle". Foi o primeiro de uma série de textos que brincam com o personagem de Bonnie, Clyde, e sua sonori-Clyde. Ops!
Que tal sermos Bonnie & Clyde do Dhamma?
Astutos, roubaríamos bancos de dados negativos e encheríamos os cofres de positividade.
Ousados, sequestraríamos animais de pequeno e grande porte, restaurando a fauna das savanas e encantando lares com de bichinhos de estimação.
Determinados, blindaríamos a natureza contra todos os tipos de ataques insanos e vorazes da ganância e do imediatismo.
Aventureiros, andaríamos léguas desvendando paragens, paisagens e aragens.
Oxigenados, compartilharíamos esse frescor com as pessoas que amamos e com as que não amamos também.
Felizes, contagiaríamos todo mundo à nossa volta.
Energizados, daríamos a volta ao mundo sem sair do lugar.
Mas você fugiu sozinho, levando toda a munição.
Mau ladrão, porém, deixou rastros.
Estudando o mapa, quebrando códigos e seguindo as pistas,
reencontro tesouros que se renovaram e dentro de mim se multiplicam, dia após dia.
Encontro o amor, encontro a poesia, encontro a graça, encontro a ironia.
Enquanto isso, a pérola que você pode ser permanece isondável.
Sonho? Impalpável?
Em que ponto do Samsara nos reencontraremos, if ever?
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