Como é vídeo, tá até a paisagem.
Como é bem feito, até o astral de leveza do verão carioca.
Ficam faltando apenas todas as sensações físicas: o calor desse meu Rio em Janeiro, a dorzinha da angústia em querer te ver, a decepção nos olhos em não te ver, o alívio no rosto em poder ficar à vontade, sem ter você pra me olhar.
Morando na saudade, olho pela janela do tempo:
"A distância nunca apagará
O que não se esqueceu (...)
Onde exista um sentimento bom
Eu quero ficar
no espaço ou numa canção
que você está."
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